Enquanto convivemos, formamos diferenças e reforçamos semelhanças, produzindo o fenômeno social. Enquanto sociedade, temos a necessidade de sermos diferentes; Apesar de que em nosso meio, existem pessoas que são cópias das cópias que por sua vez também são cópias, formando opiniões e imagem. Por um lado, mostramos nossa diferença ao marcar presença particular, com nossa personalidade em essência. Mas será que somos mesmo o que somos? Ou somos apenas o que os outros exigem de nós? Por outro lado, submetemo-nos as influencias sociais e de nosso meio, conforme características que acumulamos com o tempo dos outros. Como indivíduos mantemos uma certa independência dos outros, para sobreviver, para manter-se, para viver, para aparecer, para parecer, para o nosso desenvolvimento. No meio em que vivemos hoje, é quase impossível nos conhecermos totalmente em essência quando somos pedaços de cada um. Nosso corpo é conseqüência de uma junção do psíquico e físico; Consequência do fazer e do consentir. O difícil mesmo é deixar de parecer, e começar a ser. A cada dia uma descoberta é necessária, uma descoberta que achamos que não é preciso, ou até mesmo nem achamos por não saber que precisamos disto. Se as pessoas deixassem de ser um pouco dependentes e escravas das opiniões dos outros, das dores dos outros, da felicidade dos outros, da vida dos outros. Saberiam que podem ser um novo ser, renascendo em si, descobrindo seus sentidos e reencontrando a capacidade de poder ser alguém independente, até de si. Sim, as vezes é preciso ser independente de si; A qualquer momento podemos começar a fazer o exercício de descoberta, pensando e avaliando o seu ser, o seu parecer. Um exercício significativo em nossas vidas, de longo prazo, porém precioso para quem precisa se descobrir. Se isso não for feito, só iremos perceber quem nós não fomos então quando o nosso ciclo vital aproximar-se do fim; [minha autoria]
Eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém; Provavelmente a minha própria vida.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
'Meu corpo, a casa que você desconhece.'
Enquanto convivemos, formamos diferenças e reforçamos semelhanças, produzindo o fenômeno social. Enquanto sociedade, temos a necessidade de sermos diferentes; Apesar de que em nosso meio, existem pessoas que são cópias das cópias que por sua vez também são cópias, formando opiniões e imagem. Por um lado, mostramos nossa diferença ao marcar presença particular, com nossa personalidade em essência. Mas será que somos mesmo o que somos? Ou somos apenas o que os outros exigem de nós? Por outro lado, submetemo-nos as influencias sociais e de nosso meio, conforme características que acumulamos com o tempo dos outros. Como indivíduos mantemos uma certa independência dos outros, para sobreviver, para manter-se, para viver, para aparecer, para parecer, para o nosso desenvolvimento. No meio em que vivemos hoje, é quase impossível nos conhecermos totalmente em essência quando somos pedaços de cada um. Nosso corpo é conseqüência de uma junção do psíquico e físico; Consequência do fazer e do consentir. O difícil mesmo é deixar de parecer, e começar a ser. A cada dia uma descoberta é necessária, uma descoberta que achamos que não é preciso, ou até mesmo nem achamos por não saber que precisamos disto. Se as pessoas deixassem de ser um pouco dependentes e escravas das opiniões dos outros, das dores dos outros, da felicidade dos outros, da vida dos outros. Saberiam que podem ser um novo ser, renascendo em si, descobrindo seus sentidos e reencontrando a capacidade de poder ser alguém independente, até de si. Sim, as vezes é preciso ser independente de si; A qualquer momento podemos começar a fazer o exercício de descoberta, pensando e avaliando o seu ser, o seu parecer. Um exercício significativo em nossas vidas, de longo prazo, porém precioso para quem precisa se descobrir. Se isso não for feito, só iremos perceber quem nós não fomos então quando o nosso ciclo vital aproximar-se do fim; [minha autoria]
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