Eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém; Provavelmente a minha própria vida.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Em dias como este, sinto raiva de mim;
Porque você tem que fazer tanto sentindo heim? Porque ainda dói como se fosse ontem? Porque tenho que sentir tanto tua falta? Porque tenho que me controlar para não pegar esse telefone e te ligar? Te ligar só pra saber como você esta ,só pra ouvir tua voz, e pra te dizer que vai ficar tudo bem. Da onde vem essa necessidade que me sufoca, me deixa sem ar, que tira meu sono. Essa necessidade de alguém que já não reconheço mais. Não posso, não devo.. e nem ao menos quero! Às vezes tenho a impressão que inconscientemente você me chama, e sabe o que é pior? Eu escuto, eu sempre escuto,e não posso fazer nada com relação a isso. Cara, que papo de gente louca. Não falo mais de você. Não toco mais no teu nome, pelo menos evito. Porque me sinto ridícula, me sinto infantil, me sinto imatura toda vez que lembro você. Porque não me orgulho de quem eu fui enquanto você estava aqui. Sei que é melhor assim, sei que nada vai voltar a ser como era antes.. Ás vezes me pego pensando se realmente o “antes” já existiu. Mas isso já não importa. Queria gritar: Sai da minha vida pelo amor de Deus!Não somente o teu corpo físico, mas as lembranças, as marcas, a saudades que você deixou. Leva tudo com você! Não preciso nem quero mais teus restos aqui! Será que recriei você? Criei em minha mente meias verdades? Mas meias verdades não são mentiras? E de mentiras eu tô exausta. [minha autoria]
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